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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Receita Nominal: Maranhão está abaixo da média nacional, diz Pesquisa Mensal de Serviços (IBGE)

O crescimento da receita nominal do setor de serviços no Brasil desacelerou em agosto, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, na Pesquisa Mensal de Serviços. Enquanto em junho e julho as altas – na comparação com o mesmo período de 2012, foram de 8,8% e de 9,1%, em agosto a expansão foi de 6,6%. O crescimento registrado é o menor desde março, quando o índice avançou 6,1% e o segundo menor da série histórica, iniciada em janeiro de 2012. No ano, a receita dos serviços registra alta de 8,3%, enquanto no acumulado dos últimos doze meses encerrados em agosto o crescimento é 8,6%. Na comparação estadual, a única unidade da Federação que registrou queda na receita foi o Amapá, (-1,7%). Espírito Santo teve crescimento igual à média nacional (6,6%) e o Maranhão ficou abaixo desse patamar, com 6,5%.
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As vendas de materiais de construção tiveram queda de 2,2% em setembro, na comparação com agosto, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). Na comparação com setembro de 2012, houve alta de 9,3%. No acumulado dos últimos 12 meses, os números indicam alta de 3,8%. De acordo com a associação, o setor teve crescimento de 4,3% de janeiro a setembro, comparado ao mesmo período do ano passado. Esse resultado é compatível com a previsão da Abramat para o fechamento do ano, que estima um crescimento de 4% em relação a 2012. O estudo mostra também que o emprego na indústria caiu 0,8% em setembro, em relação a agosto. Já em comparação a setembro do ano passado, a diminuição foi 2,1%. (Agência Brasil)
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Foram devolvidos pela segunda vez por falta de fundos, em todo o país, 1,81% dos cheques compensados no mês de setembro, conforme aponta o Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos. Foi o menor percentual desde os 1,83% observados em fevereiro de 2011. Na relação entre os acumulados de 2013 e 2012 o indicador também apresentou queda. Segundo os economistas da Serasa Experian, a queda da inadimplência com cheques segue a mesma tendência de recuo que vem ocorrendo com as demais modalidades de inadimplência. Que foram determinadas pela manutenção das baixas taxas de desemprego; recuo da inflação após as fortes altas verificadas durante o primeiro semestre; e pela atitude mais cautelosa dos consumidores perante contratação de novas operações de crédito.
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